1 de Dezembro de 1640
Restauração da Independência
Os alunos da EB1 de Piadela – Lama, fizeram uma recriação do período que Portugal viveu há 366 anos.
No dia 1 de Dezembro assinala-se a Restauração da Independência de Portugal.
D. Sebastião morreu na batalha de Alcácer Quibir sem deixar descendentes. Sucedeu-lhe o seu tio, o Cardeal D. Henrique, que morreu dois anos depois sem nomear sucessor. Uma vez mais colocava-se a questão da sucessão.
Em 1580, o Rei de Espanha Filipe II, invadiu Portugal e, tornou-se Rei de Portugal com o nome de D. Filipe I. Portugal perdeu a independência e foi governado durante 60 anos por três reis espanhóis.
Descontentes com esta situação, um grupo de portugueses (os conjurados), planearam em segredo, uma revolução, marcada para 1 de Dezembro de 1640. Conforme o planeado, os conjurados, juntamente com outros apoiantes, concentraram-se no Terreiro do Paço. À hora combinada, alguns dos conspirados invadiram o Paço e prenderam a Duquesa de Mântua, que era a representante do Rei Espanhol. Depois assassinaram o traidor Miguel de Vasconcelos, que se encontrava escondido num armário, e atiraram-no pela janela.
D. João IV foi aclamado Rei de Portugal e Portugal recuperou a sua independência.

Como foi comemorado
No dia anterior ao feriado, a turma do 4º ano, representou uma peça de teatro intitulada “Restauração da Independência de Portugal”.
Este trabalho da área de Projecto intitulado “Conhecer o significado dos feriados nacionais” já vinha sendo preparado há algum tempo, a escrita do texto, a distribuição dos papéis, o guarda-roupa e finalmente os ensaios.
O Marcos foi o narrador, leu em voz alta o texto que narra o acontecimento vivido no dia 1 de Dezembro. Enquanto ele ia contando, os conjurados (Zé, Joana, Daniela, Rita e Catarina) entraram no palácio e prenderam a Duquesa de Mântua (Carina).
De seguida, o Bruno “assassinou” Miguel de Vasconcelos (que era um boneco) e foi atirado pela janela.
Entretanto todos os conjurados, os soldados e o povo aclamaram D. João IV (Sérgio) dizendo:

“Viva El-Rei, Viva El-Rei D. João IV, o novo Rei de Portugal!
Liberdade! Liberdade! Viva Portugal!”